Como se adaptar e conectar seu negócio ao público acima de 60 anos

Você já ouviu falar em economia prateada?

É o mercado voltado exclusivamente às necessidades das pessoas com mais de 60 anos.

Temos cada vez mais pessoas idosas ativas, produtivas e dispostas a consumir.

Se antes os mais velhos eram vistos como uma população dependente, hoje é diferente.

Eles tomam suas próprias decisões e desfrutam da vida da mesma forma que os jovens.

E ainda têm mais dinheiro para consumir do que as gerações mais novas.

O Brasil está em décimo lugar no ranking, sendo o mercado mais promissor para a economia prateada na América Latina.

De acordo com o estudo Tsunami60+, nosso país tem 30,3 bilhões de idosos.

Até 2050, chegará à marca de 68,1 milhões, cerca de 30% da população, tornando-se o 6o país com mais idosos no mundo.

Hoje, a economia prateada movimenta aproximadamente R$ 1,6 trilhão ao ano.

O consumo dessa população cresce três vezes mais rápido se comparado com o dos mais jovens.

Mesmo assim, 63% dos negócios no Brasil são direcionados aos millennials.

Mas algumas empresas já estão de olho nesse público, adaptando e criando produtos e serviços exclusivos para ele.

Como esse público acima de 60 anos tem consumido?

Eles já são responsáveis por 50% das compras on-line no varejo e estão mais digitais.

Se você pensa em empreender para esse público, é importante estar atento às particularidades.

De acordo com pesquisa do SPC Brasil, esse público:

  • Sente-se mais tranquilo, independente e produtivo;
  • Gosta de navegar na internet e ouvir música;
  • Compra os seguintes itens, em ordem de prioridade: roupas, calçados, viagens, perfumes/cosméticos, eletrodomésticos e móveis.

Por ser um mercado ainda inexplorado, a economia prateada tem muito espaço para inovação e já está atraindo empreendedores criativos.

A economia é prateada, mas aqui vão algumas dicas que valem ouro pra começar a investir na área.

Procure oportunidades, priorize usabilidade e acessibilidade, teste antes de lançar algo novo e aposte na recorrência.

E o principal, não tenha medo de ser digital.

 

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