Como manter a saúde financeira da empresa no positivo
Ter a saúde financeira da empresa positiva é muito mais do que apenas cortar custos. É preciso ter total controle financeiro, trabalhista e tributário.
É preciso também, detectar oportunidades e saber a hora correta em que é preciso investir.
O que acontece é que as empresas brasileiras têm vida curta. Só para se ter uma ideia, a cada 4 empresas abertas, 1 fecha as portas antes mesmo de completar 2 anos.
Em 2017, o número de empresas que encerraram as atividades antes mesmo de completarem 5 anos, chegou a alarmantes 60%.
Esse cenário preocupa não só empresários como quem trabalha nessas empresas também. Isso porque as micro e pequenas empresas são responsáveis por 70% da geração de renda dos brasileiros, segundo dados do Sebrae.
E, como reverter essa situação e não ser mais uma estatística de empresas que não passaram dos 2 anos de vida?
Se apoie no ombro de gigantes
É fato que muitas pessoas conseguem desenvolver habilidades técnicas administrativas, de gestão e até habilidades empreendedoras.
Muitos iniciam suas vidas nos negócios por serem considerados bons em uma área e, muitas vezes, acreditam que conseguem tocar um negócio.
A verdade é que ninguém nasce empresário e, algumas vezes, é cometendo erros que se aprende o caminho do sucesso nos negócio
O grande problema é que, para quem é dono de um negócio, errar significa perder dinheiro e pôr em risco toda a empresa. Por isso, o ideal é “se apoiar no ombro de gigantes” e aprender o que grandes empresários e empreendedores fizeram para atingir o sucesso.
Vida pessoal X Vida empresarial
Uma das causas apontadas para a morte das empresas é o caos que o sistema financeiro da empresa se torna.
O que acontece é que muitos empresários não conseguem separar as contas jurídicas e físicas e terminam por misturar as duas finanças, levando a uma total confusão.
Isso é bastante comum ao empresário que ainda está no início de sua operação, quando a empresa ainda é muito ligada à sua morada, família e ainda é centralizada na figura do dono.
O grande problema é quando a empresa cresce e essa prática continua sendo empregada e torna-se parte da cultura da gestão, misturando ganhos empresariais com os ganhos pessoais.
Segundo o empreendedor Geraldo Rufino, fundador da JR Diesel, “quando entrar um dinheiro extra, invista no negócio. Um negócio forte sustenta você. Você, mesmo forte, não sustenta o negócio”.
Planeje com cuidado e sabedoria
Pode parecer até uma surpresa, mas boa parte das empresas atuam sem um mínimo de planejamento, seja ele geral ou mais específico, como um planejamento financeiro ou tributário.
O Brasil é um dos países com um dos números mais altos de empreendedores, mas as empresas que são formadas, não conseguem sobreviver os 2 anos de vida.
Boa parte desse fracasso é devido a falta de planejamento estratégico das empresas.
Quando o empresário, ainda no começo da operação, não tem a cultura de planejamento, isso reverbera em todo o corpo de colaboradores.
Coletar dados, analisar, prever cenários, estudar os movimentos de mercado e estar sempre no controle das despesas, receitas, custos fixos e variáveis é o que garante uma melhor saúde financeira da empresa.
Acompanhe seu fluxo de caixa
Quantas empresas surpreendem o mercado fechando as portas, quando apresentavam resultados tão bons?
Não é difícil encontrar empresas que sirvam de exemplo a essa pergunta. E ainda mais fácil é indicar uma das possíveis causas disso acontecer.
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Isso acontece quando existe uma discrepância severa entre o que é convertido em vendas e o que realmente é arrecadado, ou seja, quando há um alto índice de inadimplência.
Quando esse cenário se torna uma realidade, as contas no final do mês não batem, o que impede as empresas de se tornarem fortes economicamente e conseguirem investir para melhorar os negócios.
Pelo lado bom, as empresas dispõem dos birôs de proteção ao crédito, como o SPC Brasil, que conta com inúmeros produtos de proteção às empresas de qualquer porte e ainda com soluções de recuperação recorde de crédito.