O que você precisa saber sobre importação para o setor varejista

Antes mesmo do Dia das Crianças, panetones, guirlandas e enfeites natalinos já ocupam lugar de destaque nas prateleiras.

Reflexo de um cenário mais favorável, diferente das restrições que afetaram as festas no fim do ano passado, as comemorações voltaram com tudo.

Afetando de forma positiva também as importações, inclusive de produtos do setor varejista.

De acordo com especialistas do varejo, os itens mais procurados nos próximos meses são bebidas, carnes e bacalhau.

E, segundo o líder de Atendimento ao Varejo da NielsenIQ, dois tipos de cliente estão na mira do comércio:

  1. Há o consumidor impactado pela pandemia, que vai focar no básico e mais econômico, fazendo pesquisa pelo melhor preço e optando por produtos com desconto.
  2. E há o não impactado, que vai buscar inovação e prezar por itens mais caros com maior benefício agregado, mas ainda de olho nos descontos.

Qual deles é o seu público-alvo? Ou o seu negócio consegue disponibilizar produtos para os dois?

É preciso estar atento a algumas questões para não passarem despercebidas ou serem feitas sem organização prévia.

Sobre as importações

Os produtos importados exigem maior prazo e planejamento nos contratos, por exemplo.

Na importação, estamos acostumados a analisar prioritariamente os seguintes pontos:

  • O preço do produto;
  • Os impostos a serem pagos em cima dele;
  • O valor de frete para trazer da China para o Brasil.

Só que, quando esses produtos chegam aqui, ainda existem outros valores a serem pagos para retirá-los dos portos ou aeroportos.

Um dos maiores problemas na importação para o varejo é a armazenagem.

Você tem custos de frete que estão fechados ou não no momento da compra.

Atenção ao armazenamento

Além dos já citados, você ainda tem um custo de armazenamento, sem contar com outros tantos, como a taxa SISCOMEX, a da Marinha Mercante etc.

Ainda têm os valores referentes ao despachante aduaneiro, que devem ser pagos para liberar a carga.

Quanto mais tempo a sua carga ficar no porto para ser liberada, maior será o custo.

O valor pago na taxa de armazenagem é direcionado para os terminais de cargas, e não para a Receita Federal. E esses preços podem variar bastante.

Tem terminais que cobram por dia de armazenamento, outros por mês, a cada 10 ou 15 dias, ou mesmo pelo espaço ocupado pela carga.

São inúmeros formatos de armazenagem de acordo com o seu tipo de carga: pequeno, médio ou grande porte.

Fique atento e se planeje para não ter custos surpresa ou acabar perdendo mercadoria.

 

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