Novo consumidor. Apenas o produto ou serviço já não é suficiente?

O que o novo consumidor pode esperar das marcas a partir de agora? As mesmas estratégias serão suficientes para atraí-lo?

São perguntas como essas que têm tirado o sono de empresários, equipes de marketing e de todos que precisam adaptar o negócio para esse novo consumidor, que foi construído meio às pressas da pandemia do novo coronavírus.

A verdade é que era impossível prever o que iria acontecer neste ano.

Com uma das maiores crises mundiais, a pandemia foi digna de roteiro de filme de ficção científica ou obra de uma série sobre o fim do mundo. Porém, estamos aqui e aprendendo a lidar com toda essa novidade.

Todas essas variáveis que foram impostas ao longo do ano chacoalharam tudo o que tínhamos como verdade absoluta, quebrando alguns dogmas, colocando na gaveta algumas tendências e acelerando outras.

Um bom indício disso foi a aceleração da digitalização. Pessoas que ainda não estavam na internet, foram obrigadas a aprender jargões, ações e outras nuances para poder continuar coexistindo com a vida física.

Com todo esse cenário sendo desenrolado, uma pergunta se sobressai sobre as outras:

Apenas o produto ou serviço já não é suficiente?

Comprar é fácil, mas e a experiência?

Vender um produto ou serviço não é exatamente uma tarefa digna dos desafios de Hércules. Sempre que houver algum produto, haverá alguém para comprar.

Se ele será rentável ou lucrativo, são outros quinhentos. Mas que cada produto ou serviço tem o seu público cativo, tem.

O que acontece é que adquirir um produto já não é como era feito há 2 ou 3 gerações. Mudamos comportamentos conforme a sociedade evolui. O surgimento do rádio, da TV, da internet, das redes sociais…

Cada avanço, mudança política e dinâmica da sociedade termina por determinar a maneira como consumimos algo ou utilizamos seu serviços.

Cada vez mais, os consumidores estão mais exigentes, atentos às compras e cobram das marcas além da qualidade, valores condizentes com o discurso e uma experiência diferenciada.

Hoje em dia é muito fácil comprar produtos. Basta alguns cliques que é possível adquirir uma TV, um material escolar, uma refeição, uma passagem aérea e até mesmo automóveis.

Por isso foi agregado ao vender a experiência do consumidor.

As marcas investem em entregar um bem-estar e um encantamento para o cliente que entre na loja e viva os valores, a filosofia da marca.

Empresas como a Nike, por exemplo, já contam com lojas específicas pra isso que, muitas vezes nem vendem tênis, mas entregam um diferencial, como a possibilidade de customizar o seu tênis Nike ou montar um personalizado.

Novo consumidor em relação à resolução de problemas e customer centricity

Desde que o mundo é mundo, pessoas compram produtos, contratam serviços profissionais e, nem sempre sai de acordo com o planejado.

Produtos dão defeitos, serviços às vezes saem errados e os consumidores exigem respostas das marcas para resolver problemas.

Nenhuma empresa está isenta disso e precisa estar preparada para atender o consumidor lesado e entregar a melhor solução para ele.

A questão é que o novo consumidor está mais informado e atento ao que ele quer e ao próprio produto. A informação hoje chega na palma da mão através dos smartphones, e conseguir se conectar com pessoas que passaram pela mesma situação é muito mais fácil.

É por isso que um dos maiores focos das grandes empresas hoje está no sucesso do cliente, englobando algumas frentes, como o acompanhamento do cliente após a compra do produto.

A tendência do customer centricity foi bastante acelerada com a pandemia do novo coronavírus, pois as compras efetuadas pela internet tiveram aumento significativo, pegando muitas empresas de surpresa com o pós-venda.

E o que você tem notado de diferente nesse novo consumidor? Acredita que os hábitos de consumo mudaram tanto e as empresas precisam acompanhar essa mudança?

Comente abaixo o que você acha sobre o assunto!

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